01 fevereiro, 2014

...Ode à Vida...



Que belíssima Ode à Vida, um filme como este que acabo de ver (em Português "Agora Fico Bem"), fez-me vibrar de alegria com as vitórias atingidas por esta adolescente que lutou "contra" a Leucemia, demonstrando que também se pode Viver a Vida, mesmo sabendo que o fim dela está pronto a acontecer.

Um Canto ao Amor, pela doce e crua visão deste sentimento, tantas vezes "despejado" nas palavras, em vão e que aqui ganham uma força imensa, elevando o próprio a algo mais que o simples e prazeiroso sexo cheio de paixão. Amor este que também me revi, como a visão completamente "outside" do mundo que nos rodeia, sentir e reparar nos detalhes do nosso quotidiano e nos "momentos", tantas vezes referenciados no filme e nas nossas Vidas!

O Poder da Morte, sobre a forma de Leucemia, deu a conhecer o lado de uma doença que fragiliza bastante o ser humano e que deve revoltar imenso quem a sofre, por nao ter tido a opção de escolher "viver" assim e ver-se sem a "tábua de salvação" que tantas outras doenças já possuem.
Mas doeu e ainda dói sentir de alguma forma a dor da recta final, o sofrimento dos familiares que partilham os últimos "momentos" (Avó, lembrei-me tanto de ti e da tua alegria nos teus olhos, naquela ultima noite antes de partires e me fechares os olhos para sempre!!)

Vou ali acalmar o Coração e a Alma, enquanto durmo e falar com os meus sonhos, dedicando todo este texto aos que lutam contra qualquer tipo de Cancro e aos familiares que sofrem/apoiam os mesmos.

5 comentários:

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Um tema muito presente nos nossos dias. Há sempre alguém, familiar ou amigo, que sofre esta doença.
A capacidade de ultrapassar tudo é um milagre.
A vida é tão pequena e por vezes tão crua. Todos precisamos dessa força para viver os dias que temos e vivê-los o melhor possível.

Dora disse...

POr acaso não o vi todo. Achei muito deprimente.

Namorado P.S. disse...

Também não vi :s

um coelho disse...

Não vi, mas a tua descrição faz-me lembrar o 50/50, um filme sobre um tema idêntico, com o (giro) Joseph Gordon-Levitt.

Gil disse...

Sim Coelho, lembro-me mas acho que a carga dramática é maior neste!